{"id":9848,"date":"2026-01-14T02:52:31","date_gmt":"2026-01-14T02:52:31","guid":{"rendered":"https:\/\/caneparealty.com\/index.php\/agent\/nicholschlink\/"},"modified":"2026-01-17T18:28:33","modified_gmt":"2026-01-17T18:28:33","slug":"nicholschlink","status":"publish","type":"agent","link":"https:\/\/caneparealty.com\/index.php\/agent\/nicholschlink\/","title":{"rendered":"nicholschlink"},"content":{"rendered":"<p><strong>Falso negativo leishmaniose pode colocar seu pet em risco saiba agir r\u00e1pido<\/strong><\/p>\n<p>A ocorr\u00eancia de <strong>falso negativo leishmaniose<\/strong> <span style=\"font-style: italic\">representa um desafio cr\u00edtico<\/span> para o diagn\u00f3stico e manejo da <strong>leishmaniose canina<\/strong>, doen\u00e7a infecciosa grave que pode levar a complica\u00e7\u00f5es severas e at\u00e9 \u00f3bito do animal. O falso negativo ocorre quando resultados laboratoriais indicam aus\u00eancia da infec\u00e7\u00e3o apesar da presen\u00e7a efetiva do parasita <strong>Leishmania<\/strong> no organismo, comprometendo o diagn\u00f3stico preciso e o in\u00edcio oportuno do tratamento antiparasit\u00e1rio. Para tutores, isso significa uma falsa sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a enquanto o quadro cl\u00ednico progride silenciosamente, colocando a vida do pet em risco; para veterin\u00e1rios, configura um obst\u00e1culo t\u00e9cnico que pode atrasar interven\u00e7\u00f5es que salvam vidas. Compreender as causas, consequ\u00eancias e estrat\u00e9gias para minimizar esse erro laboratorial \u00e9 fundamental para garantir um protocolo veterin\u00e1rio eficiente e a sa\u00fade do animal.<\/p>\n<h2>Por que ocorrem falsos negativos na leishmaniose canina?<\/h2>\n<p>O fen\u00f4meno do falso negativo no diagn\u00f3stico da <a href=\"https:\/\/Goldlabvet.com\/blog\/leishmaniose-canina\/\">leishmaniose canina<\/a> est\u00e1 associado a fatores imunol\u00f3gicos, t\u00e9cnicos e biol\u00f3gicos que interferem na detec\u00e7\u00e3o correta do parasita ou de seus anticorpos. O diagn\u00f3stico sorol\u00f3gico \u00e9 a principal ferramenta para identificar a infec\u00e7\u00e3o, geralmente atrav\u00e9s da busca de <strong>anticorpos anti-Leishmania<\/strong>. Contudo, na fase inicial da doen\u00e7a, o sistema imunol\u00f3gico do c\u00e3o pode apresentar uma resposta humoral insuficiente, impossibilitando a detec\u00e7\u00e3o por testes convencionais. Al\u00e9m disso, a <strong>varia\u00e7\u00e3o na carga parasit\u00e1ria<\/strong> e o n\u00edvel de express\u00e3o do parasita nos tecidos possuem impacto direto na sensibilidade dos exames.<\/p>\n<h3>Resposta imunol\u00f3gica e janela imunol\u00f3gica<\/h3>\n<p>Logo ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o pelo <strong>vetor flebotom\u00edneo<\/strong> <span style=\"font-style: italic\">\u2014 o mosquito-palha \u2014<\/span> ocorre um per\u00edodo denominado janela imunol\u00f3gica, em que a resposta do sistema imune ainda n\u00e3o produz anticorpos detect\u00e1veis. Durante essa fase, exames que dependem da identifica\u00e7\u00e3o desses anticorpos, como o ELISA e o teste r\u00e1pido imunocromatogr\u00e1fico, podem n\u00e3o identificar a doen\u00e7a, ocasionando falso negativo. Para tutores, isso pode ser enganoso: sinais cl\u00ednicos iniciais como <strong>alopecia periocular<\/strong> ou irritabilidade podem ser desconsiderados porque o teste \u00e9 negativo, atrasando a busca por tratamento eficaz.<\/p>\n<h3>Baixa carga parasit\u00e1ria e amostras inadequadas<\/h3>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o de parasitas varia conforme o est\u00e1gio da doen\u00e7a e \u00f3rg\u00e3o amostrado. A pesquisa de parasitas, seja pela <strong>PCR quantitativo<\/strong> ou exame direto, depende de amostras adequadas, como medula \u00f3ssea ou linfonodo popl\u00edteo. Amostras perif\u00e9ricas ou de tecidos com baixa parasitismo podem gerar resultado falso negativo. Al\u00e9m disso, o est\u00e1gio cl\u00ednico subcl\u00ednico apresentar\u00e1 menor carga parasit\u00e1ria, dificultando a detec\u00e7\u00e3o. Veterin\u00e1rios devem selecionar amostras estrat\u00e9gicas e t\u00e9cnicas laboratoriais sens\u00edveis para evitar perdas diagn\u00f3sticas que prolongam o atraso no tratamento.<\/p>\n<h3>Limita\u00e7\u00f5es dos m\u00e9todos diagn\u00f3sticos<\/h3>\n<p>T\u00e9cnicas sorol\u00f3gicas convencionais apresentam limita\u00e7\u00f5es inerentes, como a sensibilidade vari\u00e1vel e a possibilidade de interfer\u00eancia por co-infec\u00e7\u00f5es, doen\u00e7as autoimunes ou vacina\u00e7\u00e3o (como com a <strong>vacina Leish-Tec<\/strong>). Testes r\u00e1pidos, embora pr\u00e1ticos, podem n\u00e3o detectar casos iniciais ou com baixos t\u00edtulos de anticorpos. A combina\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos, incluindo PCR e exames hematol\u00f3gicos complementares, como <strong>hemograma<\/strong> e avalia\u00e7\u00e3o de <strong>protein\u00faria<\/strong>, incrementa a precis\u00e3o diagn\u00f3stica e minimiza os riscos de falso negativo.<\/p>\n<p>Compreender os motivos por tr\u00e1s dos resultados falsos negativos prepara tanto tutor quanto profissional a buscar estrat\u00e9gias complementares que garantam acuidade diagn\u00f3stica, minimizando o impacto cl\u00ednico e epidemiol\u00f3gico da <strong>zoonose<\/strong> leishmaniose.<\/p>\n<h2>Consequ\u00eancias do falso negativo para o tutor e o animal<\/h2>\n<p>O falso negativo em leishmaniose pode gerar uma cascata preocupante de consequ\u00eancias negativas. Entre os impactos diretos est\u00e3o o atraso no diagn\u00f3stico, o in\u00edcio tardio do tratamento e o comprometimento do progn\u00f3stico do pet. No contexto do tutor, surge a frustra\u00e7\u00e3o e a desconfian\u00e7a no sistema veterin\u00e1rio, causada pela persist\u00eancia ou agravamento dos sintomas mesmo ap\u00f3s exames negativos. Esse cen\u00e1rio compromete o v\u00ednculo entre profissional e tutor, al\u00e9m de dificultar o controle sanit\u00e1rio da doen\u00e7a, que \u00e9 de notifica\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria e de alta relev\u00e2ncia em sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<h3>Atraso no diagn\u00f3stico e impacto no progn\u00f3stico<\/h3>\n<p>Diagn\u00f3stico precoce salva vidas. Quando o teste sorol\u00f3gico apresenta falso negativo, o c\u00e3o permanece infectado e assintom\u00e1tico ou com sinais cl\u00ednicos leves que se agravam progressivamente. A doen\u00e7a evolui silenciosamente, afetando \u00f3rg\u00e3os vitais como rins, ba\u00e7o e medula \u00f3ssea, que quando comprometidos, dificultam o controle terap\u00eautico e reduzem a sobrevida. A falha no diagn\u00f3stico precoce impede que o tratamento antiparasit\u00e1rio seja institu\u00eddo no momento ideal, prejudicando a qualidade de vida do animal e aumentando os custos com cuidados m\u00e9dicos prolongados.<\/p>\n<h3>Impacto emocional e social no tutor<\/h3>\n<p>Para o tutor, a sensa\u00e7\u00e3o de impot\u00eancia diante da deteriora\u00e7\u00e3o do animal, mesmo ap\u00f3s testes negativos, \u00e9 uma fonte significativa de ansiedade e estresse emocional. A d\u00favida permanente sobre o estado real do pet gera inseguran\u00e7a sobre os cuidados a serem fornecidos. Al\u00e9m disso, a possibilidade de transmiss\u00e3o da doen\u00e7a a outros c\u00e3es e humanos torna-se uma preocupa\u00e7\u00e3o constante, aumentando a responsabilidade e o medo, elementos que o profissional deve gerir com empatia e comunica\u00e7\u00e3o eficaz.<\/p>\n<h3>Implica\u00e7\u00f5es epidemiol\u00f3gicas e controle da doen\u00e7a<\/h3>\n<p>Leishmaniose \u00e9 uma zoonose importante em regi\u00f5es end\u00eamicas. Falsos negativos comprometem a identifica\u00e7\u00e3o e isolamento dos casos positivos, dificultando as a\u00e7\u00f5es de sa\u00fade p\u00fablica e controle vetorial. Animais infectados, sem diagn\u00f3stico, continuam servindo como reservat\u00f3rios do parasita para o <strong>vetor flebotom\u00edneo<\/strong><span style=\"font-weight: 900\">, perpetuando o ciclo da<\/span> doen\u00e7a. Isso aumenta o risco para outros pets e para pessoas, especialmente em lares com indiv\u00edduos imunocomprometidos.<\/p>\n<p><span style=\"font-style: italic\">Assim, o falso negativo n\u00e3o<\/span> <span style=\"text-decoration: underline\">\u00e9 apenas um problema cl\u00ednico<\/span> individual, mas um desafio coletivo que exige protocolos internos robustos e educa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua dos tutores sobre sinais cl\u00ednicos e import\u00e2ncia do acompanhamento peri\u00f3dico.<\/p>\n<h2>Protocolos diagn\u00f3sticos recomendados para minimizar falsos negativos<\/h2>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">Para garantir que o falso<\/span> <span style=\"font-weight: 800\">negativo leishmaniose seja<\/span> minimizado, \u00e9 essencial adotar protocolos diagn\u00f3sticos integrados e alinhados \u00e0s diretrizes internacionais, que combinam exames sorol\u00f3gicos, moleculares e cl\u00ednicos. Esse enfoque multidisciplinar aumenta a sensibilidade e especificidade da avalia\u00e7\u00e3o, reduzindo erros que comprometem a sa\u00fade do animal.<\/p>\n<h3>Triagem sorol\u00f3gica inicial e import\u00e2ncia dos testes confirmat\u00f3rios<\/h3>\n<p>O protocolo deve iniciar pelo exame sorol\u00f3gico, preferencialmente ELISA ou imunofluoresc\u00eancia indireta (IFI), que oferecem boa sensibilidade na fase avan\u00e7ada. Em casos suspeitos com sorologia negativa, recomenda-se repetir o exame ap\u00f3s 30 dias, devido \u00e0 janela imunol\u00f3gica. A positividade dos testes r\u00e1pidos deve sempre ser confirmada por m\u00e9todos laboratoriais mais espec\u00edficos, evitando diagn\u00f3sticos equ\u00edvocos. A integra\u00e7\u00e3o dos dados sorol\u00f3gicos ao quadro cl\u00ednico refor\u00e7a a seguran\u00e7a diagn\u00f3stica.<\/p>\n<h3>Uso da PCR quantitativa para confirma\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>A <strong>PCR quantitativa<\/strong> \u00e9 um exame molecular que detecta o DNA do parasita, sendo essencial nos casos com sorologia negativa e sinais cl\u00ednicos sugestivos. Altamente sens\u00edvel, a PCR permite identificar a infec\u00e7\u00e3o precoce e casos subcl\u00ednicos que escapam \u00e0 sorologia. O procedimento exige amostras adequadas e cuidados na coleta para evitar contamina\u00e7\u00e3o. Sua interpreta\u00e7\u00e3o integrada com exames hematol\u00f3gicos e cl\u00ednicos aponta o est\u00e1gio da doen\u00e7a e orienta estrat\u00e9gias terap\u00eauticas direcionadas.<\/p>\n<h3>Avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e exames complementares<\/h3>\n<p>Diagn\u00f3stico correto exige observa\u00e7\u00e3o rigorosa dos <strong>sinais cl\u00ednicos<\/strong> da doen\u00e7a, tais como <strong>alopecia periocular<\/strong>, onicogrifose, linfadenopatia e les\u00f5es cut\u00e2neas. Al\u00e9m disso, exames complementares como <strong>hemograma<\/strong> indicam altera\u00e7\u00f5es t\u00edpicas da doen\u00e7a, como anemia e leucopenia, e a <strong>protein\u00faria<\/strong> sinaliza comprometimento renal. Esses dados somados orientam a interpreta\u00e7\u00e3o dos exames laboratoriais e a decis\u00e3o terap\u00eautica, reduzindo a possibilidade de falso negativo devido \u00e0 depend\u00eancia exclusiva de testes sorol\u00f3gicos.<\/p>\n<h3>Monitoramento e reavalia\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica<\/h3>\n<p><u>Mesmo ap\u00f3s um teste negativo<\/u> <span style=\"font-style: oblique\">inicial, o c\u00e3o deve ser<\/span> <span style=\"font-style: italic\">acompanhado periodicamente,<\/span> com reavalia\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e laboratoriais a cada tr\u00eas a seis meses, sobretudo em \u00e1reas end\u00eamicas. Este acompanhamento evita a perda dos casos que evoluem lentamente e garante a detec\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de soroconvers\u00e3o, mudan\u00e7a da condi\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e necessidade de ajuste no manejo. O protocolo veterin\u00e1rio deve estar preparado para incorporar novas tecnologias e metodologias de diagn\u00f3stico que surgem com a evolu\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p><strong>O emprego criterioso deste<\/strong> <i>conjunto de exames e<\/i> avalia\u00e7\u00f5es confere maior seguran\u00e7a para o veterin\u00e1rio e tranquilidade ao tutor, evitando que o falso negativo comprometa a sa\u00fade do c\u00e3o.<\/p>\n<h2>Tratamento e manejo na presen\u00e7a de diagn\u00f3stico tardio pela falso negativa<\/h2>\n<p>Quando o falso negativo prolonga o diagn\u00f3stico, o tratamento pode ocorrer em est\u00e1gios avan\u00e7ados da leishmaniose, o que exige cuidados espec\u00edficos e uma abordagem multidisciplinar para maximizar a efic\u00e1cia e minimizar efeitos adversos.<\/p>\n<h3>Desafios do tratamento tardio<\/h3>\n<p>O principal problema do tratamento iniciado tardiamente est\u00e1 na maior dificuldade em controlar a infec\u00e7\u00e3o devido ao compromisso mais extenso dos \u00f3rg\u00e3os internos, principalmente rins e medula \u00f3ssea. Animais podem apresentar complica\u00e7\u00f5es como insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica, que exige manejo cont\u00ednuo e suporte intensivo. Al\u00e9m disso, o risco de resist\u00eancia a f\u00e1rmacos aumenta, assim como os efeitos colaterais dos medicamentos antiparasit\u00e1rios, que podem afetar o f\u00edgado e outros sistemas.<\/p>\n<h3>Abordagem terap\u00eautica atualizada<\/h3>\n<p>O protocolo terap\u00eautico baseia-se em drogas espec\u00edficas com comprovada efic\u00e1cia, como a associa\u00e7\u00e3o de antimoniais pentavalentes e alopurinol, monitorando efeitos colaterais. Em casos avan\u00e7ados, pode ser necess\u00e1ria a inclus\u00e3o de suporte renal, transfus\u00f5es e ajustes nutricionais. A vacina\u00e7\u00e3o com <strong>vacina Leish-Tec<\/strong> <span style=\"font-style: oblique\">pode ser recomendada como<\/span> complemento para melhorar a resposta imunol\u00f3gica e diminuir reca\u00eddas, mas nunca substitui a terapia espec\u00edfica. A comunica\u00e7\u00e3o clara com o tutor sobre a import\u00e2ncia da ades\u00e3o ao tratamento e o manejo domiciliar \u00e9 crucial para o sucesso.<\/p>\n<h3>Preven\u00e7\u00e3o da dissemina\u00e7\u00e3o e cuidados no ambiente<\/h3>\n<p>O c\u00e3o infectado representa um reservat\u00f3rio da doen\u00e7a e deve ser tratado com cuidado para evitar a exposi\u00e7\u00e3o do vetor e novos casos. Recomenda-se o uso de coleiras repelentes, barreiras f\u00edsicas e controle ambiental para reduzir a popula\u00e7\u00e3o de <strong>vetor flebotom\u00edneo<\/strong>. O monitoramento do ambiente e o aconselhamento ao tutor sobre cuidados dom\u00e9sticos s\u00e3o partes integrantes do manejo, alinhando a prote\u00e7\u00e3o do animal e da fam\u00edlia, refor\u00e7ando a responsabilidade social envolvida.<\/p>\n<p>Assim, mesmo diante do diagn\u00f3stico tardio provocado por falso negativo, o manejo correto e orientado pode oferecer melhora significativa da qualidade de vida do animal e reduzir riscos de transmiss\u00e3o.<\/p>\n<h2>Sintomas e sinais cl\u00ednicos que indicam a necessidade de reavalia\u00e7\u00e3o apesar de resultados negativos<\/h2>\n<p>Entender quais manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas devem alertar tutores e veterin\u00e1rios para suspeitar da leishmaniose mesmo com exames negativos \u00e9 essencial para evitar o falso negativo e permitir investiga\u00e7\u00e3o mais aprofundada.<\/p>\n<h3>Sinais dermatol\u00f3gicos e mucocut\u00e2neos<\/h3>\n<p>Manchas de <strong>alopecia periocular<\/strong>, descama\u00e7\u00e3o, ulcera\u00e7\u00f5es, crostas, hiperqueratose e onicogrifose s\u00e3o sinais precoces e caracter\u00edsticos que n\u00e3o podem ser ignorados. Sua persist\u00eancia, aus\u00eancia de resposta a tratamentos convencionais e hist\u00f3rico epidemiol\u00f3gico positivo s\u00e3o indicativos para exames adicionais, refor\u00e7ando o papel da anamnese cuidadosa na detec\u00e7\u00e3o precoce.<\/p>\n<h3>Sintomas sist\u00eamicos e laboratoriais<\/h3>\n<p><em>Linfadenomegalia, febre baixa<\/em> persistente, emagrecimento progressivo e altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas como anemia e leucopenia devem ser investigados conjuntamente com protein\u00faria e altera\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas renais. Mesmo com resultado sorol\u00f3gico negativo, a presen\u00e7a desses sinais justifica a realiza\u00e7\u00e3o de exames moleculares e bi\u00f3psia, se necess\u00e1rio, para confirma\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica.<\/p>\n<h3>Import\u00e2ncia da abordagem multidisciplinar<\/h3>\n<p>Al\u00e9m do exame cl\u00ednico veterin\u00e1rio rigoroso, a hist\u00f3ria epidemiol\u00f3gica, o ambiente onde o animal vive e o contato com outras esp\u00e9cies devem compor a avalia\u00e7\u00e3o. A comunica\u00e7\u00e3o eficaz com o tutor sobre os sinais de alerta e o refor\u00e7o para retorno imediato diante de agravamento ou persist\u00eancia dos sintomas fortalecem o manejo e evitam perda de oportunidade diagn\u00f3stica.<\/p>\n<p>Conhecer e reconhecer os sinais que demandam reavalia\u00e7\u00e3o diante de falso negativo salva vidas e permite interven\u00e7\u00e3o cl\u00ednica oportuna.<\/p>\n<h2>Resumo e pr\u00f3ximos passos para tutores e veterin\u00e1rios diante do falso negativo leishmaniose<\/h2>\n<p>O <strong>falso negativo leishmaniose<\/strong> \u00e9 uma realidade que exige aten\u00e7\u00e3o integral de tutores e profissionais veterin\u00e1rios. Sua ocorr\u00eancia est\u00e1 relacionada \u00e0 din\u00e2mica imunol\u00f3gica do animal, limita\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e est\u00e1gio da doen\u00e7a, impactando diretamente o progn\u00f3stico e o controle epidemiol\u00f3gico. O atraso no diagn\u00f3stico pode levar \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o silenciosa da doen\u00e7a, dificultando o manejo cl\u00ednico e provocando ang\u00fastia no tutor.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: bolder\">O protocolo ideal deve<\/span> contemplar testes sorol\u00f3gicos repetidos, exames moleculares, avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica detalhada e acompanhamento peri\u00f3dico para minimizar a incid\u00eancia de falsos negativos. O diagn\u00f3stico precoce e preciso \u00e9 a chave para garantir tratamento eficaz, prevenir complica\u00e7\u00f5es e reduzir a circula\u00e7\u00e3o do parasita na comunidade.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00f3ximos passos para o tutor:<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.saude.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2024\/04\/sintomas-1.jpg\" style=\"max-width:420px;float:left;padding:10px 10px 10px 0px;border:0px\"><\/p>\n<ul>\n<li>Observar e relatar cuidadosamente quaisquer sinais constitucionais ou cut\u00e2neos ao veterin\u00e1rio.<\/li>\n<li>Manter consultas regulares, principalmente em \u00e1reas end\u00eamicas.<\/li>\n<li><span style=\"font-style: italic\">Buscar a confirma\u00e7\u00e3o<\/span> <span style=\"font-style: italic\">diagn\u00f3stica em casos<\/span> suspeitos,  leishmaniose canina mesmo ap\u00f3s resultados negativos iniciais.<\/li>\n<li>Implementar medidas preventivas indicadas, como uso de repelentes e barreiras contra o vetor.<\/li>\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">Seguir rigorosamente o<\/span> protocolo terap\u00eautico e orienta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Pr\u00f3ximos passos para o veterin\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Adotar protocolos diagn\u00f3sticos integrados, combinando testes sorol\u00f3gicos, PCR e exames cl\u00ednicos.<\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 800\">Reavaliar casos com sintomas<\/span> sugestivos repetidamente, respeitando a janela imunol\u00f3gica.<\/li>\n<li>Educar tutores sobre a import\u00e2ncia do acompanhamento e sinais precoces.<\/li>\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">Documentar e monitorar a<\/span> <span style=\"text-decoration: underline\">evolu\u00e7\u00e3o cl\u00ednica para<\/span> <span style=\"font-weight: bold\">ajustar o manejo e reduzir<\/span> riscos.<\/li>\n<li>Trabalhar em conjunto com servi\u00e7os de sa\u00fade p\u00fablica para controle epidemiol\u00f3gico.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Somente por meio de uma abordagem t\u00e9cnica rigorosa e alinhada \u00e0s melhores pr\u00e1ticas ser\u00e1 poss\u00edvel vencer o desafio do falso negativo leishmaniose, garantindo sa\u00fade e bem-estar aos c\u00e3es afetados  e tranquilidade aos seus tutores.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","agent_location":[60],"agent_category":[],"cmb2":{"_agent_contact_details":{"_agent_attached_user":"","_agent_featured":"","_agent_job":"","_agent_email":"nichol_schlink@dashz.top","_agent_website":"","_agent_phone":"487560172","_agent_fax":""},"_agent_socials":{"_agent_socials":[{"network":"fab fa-pinterest"}]},"_agent_location":{"_agent_address":"Rue Des Campanules 178","_agent_map_location":{"address":"","latitude":"","longitude":""}}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/caneparealty.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/agent\/9848"}],"collection":[{"href":"https:\/\/caneparealty.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/agent"}],"about":[{"href":"https:\/\/caneparealty.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/agent"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/caneparealty.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9848"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/caneparealty.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9848"}],"wp:term":[{"taxonomy":"agent_location","embeddable":true,"href":"https:\/\/caneparealty.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/agent_location?post=9848"},{"taxonomy":"agent_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/caneparealty.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/agent_category?post=9848"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}